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	<title>Blog da CARE Brasil</title>
	<link>http://blog.care.org.br</link>
	<description>blog da CARE Brasil, ONG que tem a missão de combater a pobreza</description>
	<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:00:35 +0000</pubDate>
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		<title>&#8220;Estóico&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 16:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[Rick Perera, coordenador de mídia da CARE, observa a capacidade que os haitianos têm para resistir às adversidades  
Essa será a minha última contribuição para o blog - Mas certamente não será a última sobre o Haiti, um país que cresceu em meu coração. Eu vou embora amanhã, em um voo fretado para trabalhadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Rick Perera, coordenador de mídia da CARE, observa a capacidade que os haitianos têm para resistir às adversidades  </strong></em></p>
<p>Essa será a minha última contribuição para o blog - Mas certamente não será a última sobre o Haiti, um país que cresceu em meu coração. Eu vou embora amanhã, em um voo fretado para trabalhadores de agências humanitárias.<br />
 Visitei o Haiti pela primeira vez há cinco anos, após a devastadora tempestade tropical “Jeanne”. Foi uma visita nada fácil de se fazer a um país e eu odeio pensar em mim como uma pessoa que apenas notou o Haiti depois de uma grande catástrofe.</p>
<p>Mas vale a pena notar o Haiti, mesmo que apenas agora. Porque quando as coisas estão piores - e é difícil imaginar algo ainda pior do que o terremoto de 2010 - os haitianos demonstram um nível de coragem e resignação admirável. Dizer que o povo de Porto Princípe está conformado seria um eufemismo. Eles estão incrivelmente fortes. Apesar de muitos terem perdido pessoas muito próximas e amadas, eles colocaram o luto de lado para que pudessem lidar com assuntos mais urgentes: alimentar suas crianças, permanecer seguros em um canto escuro e perigoso de uma cidade arruinada ou acostumar-se com os inevitáveis banhos de lama da temporada de chuva.<br />
Pode ser chocante discutir a questão de perdas pessoais com um haitiano. Os ombros estão encolhidos, mas o trabalho continua ininterruptamente. Uma frase frequentemente escutada, “É a vontade de Deus”. Alguns haitianos ainda parecem sentir-se culpados pelo desastre que se abateu sobre eles. Em cerimônias religiosas a céu aberto em toda a capital, eles arrependem-se dos pecados da nação e buscam o perdão divino.</p>
<p>Alguns sentem intenso pesar e simpatia por aqueles que perderam tanto, e ainda assim tentam carregar a sua dor com dignidade. Mas acima de tudo, eu sinto admiração. Haitianos são inteligentes e patriotas. Muitos- especialmente as mulheres- são incrivelmente trabalhadoras. Elas suportaram mais dor e sofrimento em três semanas do que qualquer pessoa deveria enfrentar no decorrer de uma vida, e mesmo assim mantém suas cabeças erguidas. A diáspora haitiana está renovando seu comprometimento com a pátria - voltando a dar uma mão ou se aprofundando – e ganhou fundos para apoiar aqueles deixados para trás.</p>
<p>Por lei, esse povo tão talentoso e trabalhador, deveria ser tão rico quanto qualquer um no planeta. Mas eles foram confrontados por problemas graves - um governo fraco, a falta de cuidados com a saúde, até a gestão desastrosa do meio ambiente. Até que esses desafios sejam enfrentados, qualquer tipo de cobrança é impensável.</p>
<p>Nada disso, na verdade, poderia ter prevenido um terremoto, mas certamente poderia ter limitado os danos e fatalidades. Em todo o quarteirão você vê edifícios bem construídos, que sofreram poucos danos visíveis, lado a lado a escombros de habitações mal-construídas. Corrupção e falta de regras urbanísticas são as responsáveis pela morte provocado pelo abalo sísmico.</p>
<p>As coisas nunca mais serão as mesmas aqui - e não deveriam. O ímpeto por um Haiti renovado deverá vir dos próprios haitianos, mas o resto do mundo precisa se comprometer firmemente com esse amável e sofrível povo, durante o tempo que for preciso.<br />
Eu já escrevi sobre um “novo calendário” denominado A.C. e D.C. – antes e depois da catástrofe. O Haiti precisa também de um novo relógio. É zero hora.</p>
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		<title>&#8220;Hey World&#8221;: novo clipe de Michael Franti</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 16:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[O cantor Michael Franti, líder da banda Spearhead e embaixador da CARE nos Estados Unidos, recriou o clipe da música &#8220;Hey World&#8221; em solidariedade ao Haiti. Assista. 
&#8220;A situação  no Haiti é um chamado para a ação, temos que lidar com a questão da pobreza numa escala maior. Senão vamos continuar a ver situações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor Michael Franti, líder da banda Spearhead e embaixador da CARE nos Estados Unidos, recriou o clipe da música &#8220;Hey World&#8221; em solidariedade ao Haiti. Assista. </p>
<p>&#8220;A situação  no Haiti é um chamado para a ação, temos que lidar com a questão da pobreza numa escala maior. Senão vamos continuar a ver situações iguais ao redor do mundo&#8221;<br />
                                                                                                                                             <strong>Michael Franti</strong></p>
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		<title>Mãos que curam</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[Rick Perera, coordenador de mídia da CARE, escreve sobre o importante papel dos médicos comunitários no tratamento de ferimentos leves no Haiti
No terremoto que devastou o Haiti, onde os ossos quebrados e as feridas abertas superam o número de médicos, as pessoas se acostumaram a uma longa espera por atendimento médico. Mas muitos que entraram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Rick Perera, coordenador de mídia da CARE, escreve sobre o importante papel dos médicos comunitários no tratamento de ferimentos leves no Haiti</em></strong></p>
<p>No terremoto que devastou o Haiti, onde os ossos quebrados e as feridas abertas superam o número de médicos, as pessoas se acostumaram a uma longa espera por atendimento médico. Mas muitos que entraram numa casa de tijolos de barro – a casa de Saurel Saintie - esperaram mais tempo que a maioria. Para escapar da capital Porto Príncipe, esses pacientes viajaram cinco horas ou mais numa estrada esburacada e empoeirada, a bordo de ônibus velhos, na boléia de caminhões ou empoleirados em grupos de três a quatro pessoas em motocicletas. Muitos atravessaram semanas sem que seus ferimentos fossem tratados. </p>
<p>Quando eles chegam na zona rural ao noroeste da cidade de Gros-Morne, a primeira parada é para ver “o médico de ervas”. Os pacientes fazem uma fila para entrar no consultório de dois cômodos, escuro mas arrumado, onde um colchão está estendido no chão, ao lado de uma prateleira cheia de delicados bonecos chineses. O curandeiro tradicional usa aparelhos caseiros, emplastros e técnicas de massagem para tratar alguns dos ferimentos causados pelo colapso de inúmeros edifícios. </p>
<p>“Vou colocar um gesso nele por um mês e faremos fisioterapia a cada três dias”, diz Saurel, tocando suavemente uma àrea inchada nos ombros de Fidelien Joseph, 34 anos. O operário da construção civil estava em sua casa em Porto Príncipe quando o tremor veio, jogando blocos de concreto sobre ele. Hoje ele não consegue levantar seu braço. “Ele ficará OK depois de algumas semanas”, diz o curandeiro.  </p>
<p>Antes de se tornarem sem teto, muitos dos migrantes da zona rural moravam em construções precárias em bairros populosos de Porto Príncipe. Aqueles que sobreviveram, alguns com ferimentos graves, sairam da cidade na primeira oportunidade. Dezenas de milhares têm voltado para suas fazendas e aldeias de origem.  </p>
<p>A CARE, que vem trabalhando no Haiti desde que o furacão Hazel atingiu o país em 1954,  identificou os praticantes da medicina tradicional como parceiros-chave na sua abordagem comunitária em situações de emergência.</p>
<p>&#8220;Curandeiros tradicionais são uma parte importante da rede do sistema de saúde aqui&#8221;, diz Francoeur Jean-Joseph, gerente de programas da CARE  no escritório de Gros-Morne.  &#8220;As pessoas tendem a fazer um contato inicial com eles e nós trabalhamos para educá-los sobre como proceder nos casos que necessitam de cuidados mais urgentes&#8221;.  Ele acrescenta que profissionais como Saurel aliviam um pouco o atendimento do centro de saúde local,  o Hospital Alma-Mater, que tem apenas vinte camas e já tratou quase 90 sobreviventes do terremoto. </p>
<p>Saurel, 50 anos, aprendeu o ofício com seu pai - uma tradição familiar que remonta a gerações. Ele é especialista em ortopedia, tratamento de entorses e fraturas simples. Casos mais complexos, como fraturas expostas ou lesões internas, são levados para o Alma-Mater. </p>
<p>Saurel está consciente dos limites de sua prática. Ele envia regularmente pacientes com HIV e AIDS para os médicos de Alma-Mater, para que façam o tratamento anti-retroviral. Mas ele também confia na sua capacidade de ajudar.</p>
<p>Para começar, esses locais rurais eram pobres - é por isso que muitos de seus moradores, especialmente os jovens, migraram para a cidade. Lidar com uma avalanche de pessoas deslocadas é forçar os recursos locais ao limite. Junto com a comida e abrigo, cuidados médicos são escassos.</p>
<p>Como a maioria dos residentes de Gros-Morne, Saurel parece cansado, mas menos estressado que os recém-chegados da zona do terremoto. Ele está trabalhando mais do que o habitual e também cuida de seus parentes, que se refugiaram ali. </p>
<p>O trabalho do médico tem ajudado muita gente. A jovem de16 anos, Jocelyne Philoma, como tantos outros, tinha ido à capital para ter acesso a educação. Quando a casa da tia caiu,  ela sofreu hematomas e quebrou alguns ossos - mas está aliviada por estar viva. &#8220;Estou feliz por estar aqui, porque minha saúde melhorou, depois das fraturas”, diz. &#8220;Elas estão melhores, desde que o médico as tratou”. Saurel sorri e passa para o próximo paciente.</p>
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		<title>Fotos: distribuição de mantimentos no Haiti</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[Fotos:Evelyn Hockstein/CARE 
Centenas de haitianos fazem uma fila perto de um estádio na cidade de Porto Príncipe, à espera da distribuição de colchonetes e kits de higiene. A CARE distribuiu kits para 2.133 pessoas. 
  
A cidade de Porto Príncipe possui cerca de 36 mil grávidas que necessitam de cuidados especiais. A CARE distribuiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fotos:Evelyn Hockstein/CARE </p>
<p>Centenas de haitianos fazem uma fila perto de um estádio na cidade de Porto Príncipe, à espera da distribuição de colchonetes e kits de higiene. A CARE distribuiu kits para 2.133 pessoas. </p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/distribuicaoestadio1.jpg" alt="distribuicaoestadio1 - distribuicaoestadio1" title="distribuicaoestadio1 - distribuicaoestadio1" />  </p>
<p>A cidade de Porto Príncipe possui cerca de 36 mil grávidas que necessitam de cuidados especiais. A CARE distribuiu kits exclusivos para gestantes com itens como fraldas, cobertores e sabonetes.</p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/kits_gravidas.jpg" alt="kits gravidas - kits gravidas" title="kits gravidas - kits gravidas" /> </p>
<p>Distribuição de arroz em Porto Príncipe, em parceria com o Programa Mundial de Alimentos, da ONU. A CARE já distribuiu alimentos para 17 mil pessoas.<br />
 <img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/fila_arroz.jpg" alt="fila arroz - fila arroz" title="fila arroz - fila arroz" /> </p>
<p>Os kits de higiene são importantes para manter a saúde e evitar doenças. Já foram distribuídos cerca de sete mil kits que incluem produtos como sabonete, escova e pasta de dente, absorventes, xampu, papel higiênico, sabão em pó, fraldas de pano, corda para varal e toalhas.  </p>
<p> <img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/kit_higiene.jpg" alt="kit higiene - kit higiene" title="kit higiene - kit higiene" /></p>
<p>A CARE instalou cinco tanques para armazenamento de água potável em acampamentos de desabrigados, quantidade suficiente para atingir 7.600 pessoas por dia. </p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/EMG_HTI_2010_EH_174.jpg" alt="EMG HTI 2010 EH 174 - Tanque com água potável, instalado pela CARE" title="EMG HTI 2010 EH 174 - Tanque com água potável, instalado pela CARE" /></p>
<p>Um lote com caixas de sachês de purificação de água é descarregado no aeroporto de Porto Príncipe. </p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/HTI_2010_EH_28.jpg" alt="HTI 2010 EH 28 - carregamento de purificadores de água" title="HTI 2010 EH 28 - carregamento de purificadores de água" />
</p>
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		<title>Reflexões sobre resiliência e recuperação</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[Artigo: Abby Maxman, diretora da CARE Etiópia e ex-diretora da CARE Haiti
Como todos nós estamos de luto, com tristeza e preocupação no rescaldo do terrível terremoto que atingiu o Haiti no 12 de janeiro, sou levada de volta para a minha experiência pessoal e profissional com o país mais pobre do ocidente. Como uma profissional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Artigo: Abby Maxman, diretora da CARE Etiópia e ex-diretora da CARE Haiti</strong></p>
<p>Como todos nós estamos de luto, com tristeza e preocupação no rescaldo do terrível terremoto que atingiu o Haiti no 12 de janeiro, sou levada de volta para a minha experiência pessoal e profissional com o país mais pobre do ocidente. Como uma profissional de ajuda humanitária por mais de 20 anos, tento deixar para trás esta conturbada história, que nos eventos desta semana foram recordados, e relembro da minha própria experiência como diretora nacional da CARE no Haiti, entre 2004 e 2006.</p>
<p>Nas primeiras semanas quando tomei posse no Haiti, a tempestade tropical Jeanne passou pela cidade de Gonaives por vários dias e deixou a cidade debaixo d&#8217;água, provocando o caos e destruição, matando mais de 3.000 pessoas e deslocando dezenas de milhares.  Esta tempestade foi considerada, até então, o pior desastre natural no Haiti em mais de 40 anos. Seja alguém que tenha uma experiência pessoal com o Haiti, seja um aprendiz de sua própria história ou simplesmente um ser humano, todos nós estamos de luto e sofremos pelo Haiti hoje.<br />
Todos querem ajudar de alguma maneira. Todos temos dificuldades para entender como o Haiti pode sofrer tanto por desastres naturais, sustentado por questões criadas pelos homens, como a discriminação, a marginalização e forças geopolíticas que têm rasgado o tecido social do Haiti por mais de 200 anos. E, no entanto, apesar da união de fatores históricos, extrema pobreza, exploração e marginalização, os haitianos têm demonstrado, repetidamente, que estão entre as pessoas mais resistentes do mundo.<br />
Os meus dois anos como diretora da CARE no Haiti fazem parte de quem eu sou hoje. Ninguém pode deixar o Haiti, viver e trabalhar com seu povo vibrante sem ser tocado por sua paixão, promessas e desespero. Eu me lembro de ter chegado a Gonaives - assim que pude entrar após as inundações de 2004- com a morte por todos os lados. Uma sobrevivente grávida de 8 meses caía sob meus joelhos chorando enquanto esperava a ajuda alimentar da CARE. Em meio ao esgoto em torno de nós, tentei entender como ela teve forças para sobreviver e ajudar as suas cinco crianças sob condições tão extremas. Quando li o relato sobre o terremoto, em primeira mão, de minha querida colega Sophie Perez, diretora atual da CARE Haiti, tentei me imaginar no lugar dela&#8230; Sophie e sua incrível equipe vão doar 18 horas do seu dia, durante meses a fio, em resposta à crise imediata - para tentar encontrar e apoiar sobreviventes.<br />
Então, eles vão voltar para o penoso processo de reconstrução do Haiti, um bloco de cimento de cada vez. É um trabalho meticuloso sob a face da crítica implacável, nas circunstâncias mais desafiadoras do mundo.<br />
Talvez o nosso sofrimento coletivo nesta tragédia possa levar a algo que ofereça a oportunidade para um novo Haiti, que não repita um sofrimento sem fim, mas sim, um lugar que tenha esperança, dignidade e oportunidade.<br />
Trabalhando ao lado deste grande povo e destes profissionais, sei que nós podemos vencer a pobreza opressiva e defender a dignidade. As pessoas do Haiti não merecem nada menos do que isso. Precisamos assegurar que os problemas criados pelos homens que fazem o Haiti ser tão vulnerável a desastres naturais não se repitam. Nunca mais.</p>
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		<title>De volta pra casa</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[Rick Perera, coordenador de mídia da CARE, conta como foi a visita à família de um médico muito especial – Dr. Franck Geneus, funcionário da CARE no Haiti. 
Acabei de voltar de uma das mais emocionantes visitas das minhas últimas semanas aqui no Haiti. Em Porto Príncipe conheci a família de Franck Geneus, o gentil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Rick Perera, coordenador de mídia da CARE, conta como foi a visita à família de um médico muito especial – Dr. Franck Geneus, funcionário da CARE no Haiti. </strong></em></p>
<p>Acabei de voltar de uma das mais emocionantes visitas das minhas últimas semanas aqui no Haiti. Em Porto Príncipe conheci a família de Franck Geneus, o gentil e dedicado diretor de saúde da CARE Haiti. Suas casas foram destruídas. A família de trinta pessoas está alojada no jardim da pequena casa do irmão de Franck –desde Joelle, sobrinha de cinco meses de Franck, até sua avó Inosie, que diz ter 94 anos.<br />
O pai de Franck, Ovanier, 64, e sua mãe, Marie, 61, ficam sentados no pátio, inquietos e frustrados. Esta família de trabalhadores de classe média perdeu não só a sua casa, mas seus meios de vida: no térreo, o supermercado gerenciado por Marie e, no andar de cima, a escola particular onde Ovanier empregava oito professores e ensinava 100 crianças.<br />
O médico nos leva para ver a sua  casa simples, revestida com reboco e tinta rosa. Seus três andares estão pendurados precariamente acima do alicerce destruído, a ponto de colidir sob o entulho da rua. </p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/Frank3.jpg" alt="Frank3 - Dr.Franck e sua sobrinha, de apenas 5 meses" title="Frank3 - Dr.Franck e sua sobrinha, de apenas 5 meses" /></p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/Franck2.jpg" alt="Família Geneus - Franck com sua tia e sobrinhos, alojados no quintal da casa. " title="Família Geneus - Franck com sua tia e sobrinhos, alojados no quintal da casa. " /></p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/franck4.jpg" alt="franck4 - Dr.Franck, na fachada da sua casa de infância" title="franck4 - Dr.Franck, na fachada da sua casa de infância" /></p>
<p>Franck nasceu, cresceu e casou-se nesta casa. Trabalhou com ajuda humanitária na Ásia, África e América Central e quando retornou ao Haiti,  pretendia se mudar para lá com a sua família, cheio de esperanças com a chance de executar o projeto da CARE para fortalecer o frágil sistema de saúde do país. Isso foi há apenas duas semanas antes de 12 de janeiro. Todos sabem o que veio em seguida.<br />
&#8220;É a primeira vez que volto aqui desde o terremoto&#8221;, diz Franck, sacudindo a cabeça. &#8220;Estou em choque.&#8221;<br />
Na fachada, através de uma fresta que se abre para o interior da casa, ele aponta o entulho, incluindo um armário, de madeira, quebrado e revestido de poeira. &#8220;Meu pai e eu fizemos esse armário, há dez anos&#8221;, diz ele com a voz embargada.<br />
Engraçado como esses pequenos detalhes podem fragilizar o coração de alguém cuja vida foi mudada para sempre pelo desastre.<br />
Ainda assim, Franck não está abatido. Ele mergulha em seu trabalho, preparando a estratégia da CARE para gerenciar campos para desabrigados, enfrentar a ameaça de violência contra as mulheres e assumir o desafio de satisfazer as necessidades de saúde das mulheres e crianças.<br />
Este homem simples, de apenas 37 anos, não é apenas um haitiano. Ele é, acima de tudo,  uma pessoa que cura, profundamente dedicado à sua família, seu país e seu povo. A CARE tem muita sorte em tê-lo no time.<br />
<strong><br />
Assista ao vídeo com depoimento do Dr. Franck, sobre seu retorno ao Haiti (em inglês). </strong></p>
<p>&#8220;<em>Decidi recentemente voltar para casa, porque meu país está precisando de serviços básicos. Como um médico, não me parece muito correto apenas oferecer serviços e usar meus talentos fora daqui. Eu sei que meu país está sofrendo e e tem necessidades urgentes, então decidi voltar</em>&#8220;.<br />
                                                                                                                                                                                                <strong>     Dr. Franck Geneus</strong></p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gm0gBmsJqJs&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param>
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<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gm0gBmsJqJs&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>Vídeo: doe um futuro para o Haiti</title>
		<link>http://blog.care.org.br/2010/02/03/video-doe-um-futuro-para-o-haiti/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 13:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[Renata Pereira, gerente de mobilização de recursos da CARE Brasil,  fala do trabalho da CARE no Haiti após o terremoto que deixou o país devastado, com três milhões de pessoas afetadas e um milhão de desabrigados. A equipe da CARE está trabalhando na assistência imediata às vítimas nas cidades de Porto Príncipe, Leogane e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renata Pereira, gerente de mobilização de recursos da CARE Brasil,  fala do trabalho da CARE no Haiti após o terremoto que deixou o país devastado, com três milhões de pessoas afetadas e um milhão de desabrigados. A equipe da CARE está trabalhando na assistência imediata às vítimas nas cidades de Porto Príncipe, Leogane e Jéremie. </p>
<p>Muito mais pode ser feito com a sua participação. Você pode ajudar fazendo uma doação ou divulgando esta ação, colando selos da campanha em seu blog ou site. </p>
<p><strong>Contamos com você! </p>
<p></strong>Clique  <a href="http://www.care.org.br/Noticia.asp?CodConteudo=477">DOAR</a> para fazer uma doação ao Haiti ou <a href="http://www.care.org.br/Secao.asp?CodSecao=41&#038;Nivel=2"><a href="http://www.care.org.br/Noticia.asp?CodConteudo=491">DIVULGAR</a> </a>para ter acesso ao código dos selos para internet. </p>
<p>Agradecemos o apoio da Pólvora! Comunicação e RMA Comunicação, na criação do vídeo, selo e divulgação em redes sociais. </p>
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</div>
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		<title>São os haitianos quem vão recostruir o seu país</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Cunha</dc:creator>
		
		<category>Emergências</category>

		<category>Haiti</category>

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		<description><![CDATA[Patrick Solomon/ artigo publicado no site The Huffington Post
Patrick é vice-presidente de Recursos Humanos da CARE USA e supervisiona a atuação de equipes internacionais.
A estrada para o oeste de Porto Príncipe estava tão sombria quanto triste.O terremoto destruiu 90% dos edifícios da cidade de Leogane. Em meio às casas e lojas desmoronadas, pude ver mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Patrick Solomon/ artigo publicado no site The Huffington Post</strong></p>
<p><em>Patrick é vice-presidente de Recursos Humanos da CARE USA e supervisiona a atuação de equipes internacionais.</em></p>
<p>A estrada para o oeste de Porto Príncipe estava tão sombria quanto triste.O terremoto destruiu 90% dos edifícios da cidade de Leogane. Em meio às casas e lojas desmoronadas, pude ver mais corpos - alguns que não estavam lá quando a gente passou no dia anterior.<br />
Cada vítima me lembrou não só o quanto o Haiti perdeu, mas também como é comprido o  caminho para a sua recuperação. Porque, no final das contas, é o povo haitiano quem vai reconstruir seu país - tijolo por tijolo, livro por livro.<br />
Esta crença está nos valores de como a CARE está respondendo no Haiti, onde trabalhamos desde 1954. Ao invés de apenas distribuir um caminhão cheio de comida e suprimentos, a CARE está capacitando pessoas da comunidade para serem nossos parceiros na distribuição.<br />
Na primeira visita da nossa equipe a Leogane, nos reunimos com o prefeito e outras lideranças da cidade. Contamos nosso plano para entregar água, galões e kits de higiene. Quando pedimos que eles identificassem os membros mais vulneráveis de suas comunidades - mulheres grávidas, crianças e idosos - nós demos pequenas “fichas” que poderiam ser trocadas por mantimentos.</p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/Solomon1.jpg" alt="Solomon1 - (Foto: Evelyn Hockstein/CARE)   Patrick Solomon, supervisiona a distribuição de kits de higiente, feita em Leogane, feita em parceria com a comunidade. O kit inclui produtos como sabonete, escova e pasta de dente, redes para proteção contra mosquitos, entre outros itens." title="Solomon1 - (Foto: Evelyn Hockstein/CARE)   Patrick Solomon, supervisiona a distribuição de kits de higiente, feita em Leogane, feita em parceria com a comunidade. O kit inclui produtos como sabonete, escova e pasta de dente, redes para proteção contra mosquitos, entre outros itens." /></p>
<p>O resultado foi surpreendente de se testemunhar. Quando chegamos em Leogane, era evidente que as pessoas de lá tinham desenvolvido um plano de distribuição de 1.500 galões e 1.200 kits de higiene. Os voluntários tinham de fato distribuído as fichas  nas 14 tendas que foram montadas nos arredores da cidade. E eles nos levaram para a entrada de um edifício de telecomunicações, que foi usado como uma prefeitura improvisada, porque os edifícios públicos foram destruídos. Então, numa fila organizada, as pessoas foram escoltadas até os fundos do edifício, onde a distribuição aconteceu. Eles entregaram as fichas, que foram marcadas para evitar a duplicação.<br />
Talvez a visão mais inspiradora seja a atuação de jovens escoteiros haitianos, meninos e meninas que ajudaram a manter a ordem. Os jovens davam segurança e apoio emocional, enquanto a CARE distribuia kits às mulheres de Leogane, baldes com produtos de higiene pessoal, como sabonete, absorventes e toalhas.<br />
Lá fora, os meninos montavam guarda para ajudar a controlar as pessoas ansiosas, que esperavam a sua vez. As meninas escoteiras, algumas chamadas de “guias”, providenciavam gentilmente as orientações, andando por entre as mulheres cansadas e assustadas que enfrentaram a multidão naquele sol de meio-dia.</p>
<p><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/CARE2.gif" alt="CARE2 - (Foto: Evelyn Hockstein/CARE)   Escoteiros ajudam funcionários da CARE a descarregar kits de higiene em Leogane." title="CARE2 - (Foto: Evelyn Hockstein/CARE)   Escoteiros ajudam funcionários da CARE a descarregar kits de higiene em Leogane." />       </p>
<p>Entre as pessoas que ajudavam, estava Joanie Estin,  elegante com seu vestido bege e o lenço azul amarrado no pescoço. A jovem de 22 anos vestia as cores do Grupo Escoteiro Ste Rose de Lima, de Leogane. “Tentamos aconselhar as pessoas sobre como manter a calma e ajudamos as agências internacionais nas distribuições”, conta Joanie, com orgulho. “Para mim, é uma ação que me ajuda a me sentir melhor”.<br />
Joanie, como muitos daqueles escoteiros, está tentando lidar com sua própria tragédia pessoal. Ela perdeu seu pai no terremoto. Ele era o único que estava dentro de sua casa, quando ela desabou.<br />
No entanto, lá estava Joanie, vestida com seu uniforme de honra, ajudando seus companheiros sobreviventes a juntar os cacos de suas vidas. Esse tipo de força de vontade  é necessária para que o Haiti se levante novamente.<br />
Mas não é o suficiente.<br />
O povo do Haiti precisa de parceiros para somar forças, enquanto eles constroem novas escolas, novos hospitais e, talvez um dia, um novo sentimento de otimismo. Nós da CARE  já enviamos reforços para ajudar nossos 133 funcionários – todos, exceto um, são haitianos – que estavam em campo quando o terremoto mudou suas vidas para sempre. A CARE está pensando no longo prazo e tem um plano de cinco anos para ajudar a reconstruir o Haiti. E vamos continuar a nossa atuação baseada no envolvimento comunitário.<br />
Jovens mulheres como Joanie já estão dando os primeiros passos. Depois do terremoto, ela foi capaz de pular a porta dos fundos da sua casa e recuperar alguns pertences. Joanie achou algumas roupas e um estojo de cosméticos. Então ela retirou algo dos escombros - o seu uniforme de escoteira. Uma lembrança que nem o terremoto poderia apagar.</p>
<p>                                                                                                                                                                                                                   <img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/Scouts1.jpg" alt="Scouts1 - (Foto: Evelyn Hockstein/CARE)   A escoteira Jonie Estin se reúne com seu chefe escoteiro e um funcionário da CARE para planejar a distribuição no centro de Leogane." title="Scouts1 - (Foto: Evelyn Hockstein/CARE)   A escoteira Jonie Estin se reúne com seu chefe escoteiro e um funcionário da CARE para planejar a distribuição no centro de Leogane." />                                                                                                                                                                                                                                                                </p>
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		<title>CARE Brasil desenvolve projeto de segurança alimentar no PA Rochedo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[A CARE Brasil está desenvolvendo no PA Rochedo um projeto que tem o objetivo de garantir segurança alimentar de 29 famílias assentadas, que estão a dois anos na área e ainda não possuem condições de subsistência. Na primeira fase está sendo disponibilizada cerca de 1 tonelada de alimentos por mês. 
O projeto conta também com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CARE Brasil está desenvolvendo no PA Rochedo um projeto que tem o objetivo de garantir segurança alimentar de 29 famílias assentadas, que estão a dois anos na área e ainda não possuem condições de subsistência. Na primeira fase está sendo disponibilizada cerca de 1 tonelada de alimentos por mês. </p>
<p>O projeto conta também com a implantação de uma horta orgânica e um galinheiro para criação de galinhas caipiras, como estratégia de geração de renda.  Esta ação está sendo desenvolvida em parceria com a Associação de Moradores do Assentamento e apoiada pela Kraft Foods, parceira da CARE Brasil. A participação de jovens e mulheres é um diferencial, pois envolve diretamente os mesmos nas atividades produtivas. Ao todo estão envolvidos cerca de 150 pessoas residentes no assentamento.</p>
<p>Os moradores têm ressaltado a importância do projeto, bem como a necessidade de atrelar à conquista dos alimentos, segurança alimentar e a diversificação das atividades produtivas podendo assim garantir a subsistência.</p>
<p>Todos os envolvidos se mostraram bem animados e esperançosos. Segundo Alex Coutinho, analista do Programa Bahia, a expectativa desta ação é que possamos descentralizar a produção focada na monocultura do cacau, diversificando os processos produtivos, criando com isso a inserção e valorização de mulheres e jovens na lógica de produção agrícola.</p>
<p><a href="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_seguran__a_alimentar.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/seguran__a_alimentar.JPG',894,599,'segurança alimentar - seguran ça alimentar'); return false;"><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_seguran__a_alimentar.JPG" alt="segurança alimentar - seguran ça alimentar" title="segurança alimentar - seguran ça alimentar" /></a></p>
<p><a href="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_seguran__a_alimentar_II.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/seguran__a_alimentar_II.JPG',896,604,'segurança alimentar II - segurança alimentar II'); return false;"><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_seguran__a_alimentar_II.JPG" alt="segurança alimentar II - segurança alimentar II" title="segurança alimentar II - segurança alimentar II" /></a></p>
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		<title>Serra Grande inaugura Banco Social Jangada</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:34:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[A CARE Brasil, organização não governamental que atua com desenvolvimento local em diversos territórios no Brasil, em parceria com o Instituto Floresta Viva, Prefeitura de Uruçuca-Ba. e o Banco do Brasil S/A. oferece aos moradores da Vila de Serra Grande-Ba., o serviço de correspondente do Banco Popular do Brasil. 
Esta parceria promoverá a inclusão bancária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CARE Brasil, organização não governamental que atua com desenvolvimento local em diversos territórios no Brasil, em parceria com o Instituto Floresta Viva, Prefeitura de Uruçuca-Ba. e o Banco do Brasil S/A. oferece aos moradores da Vila de Serra Grande-Ba., o serviço de correspondente do Banco Popular do Brasil. </p>
<p>Esta parceria promoverá a inclusão bancária de aproximadamente 10 mil moradores da região e entorno, que a partir desta iniciativa terão possibilidade de pagar contas de água, energia, telefone e títulos, além de abrir conta corrente (pessoa física) no Banco Popular. Outra vantagem é o pagamento de benefícios do INSS para quem recebe pelo Banco do Brasil.</p>
<p>A inauguração que aconteceu no dia 28 de dezembro de 2009, na Praça Pedro Gomes, contou com a presença da comunidade, Instituto Floresta Viva, CARE Brasil, municipais. A ação busca a inclusão bancária dos moradores de Serra Grande, criando assim fluxos econômicos locais, como também economia de recursos, pois os moradores não precisam mais sair de Serra Grande para efetuar os pagamentos e recebimentos do Banco do Brasil.</p>
<p>Esta iniciativa faz parte de um projeto mais amplo de &#8220;Bancos Comunitários&#8221; da CARE Brasil, que tem como objetivo oferecer serviços bancários com menos burocracia a população, com acesso limitado ao sistema financeiro nacional e facilitar o desenvolvimento de territórios com exclusão bancária e financeira, através da ajuda a criação de redes locais de produção e consumo baseado no apoio a empreendedores, produtores ou agricultores locais. </p>
<p>A idéia é articular maior número de parcerias para poder ampliar os serviços à comunidade e não somente oferecer serviços bancários. A participação da comunidade é importante para viabilizar localmente a proposta.</p>
<p><a href="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_banco.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/banco.jpg',600,800,'Banco Comunitário II - Banco Comunitário II'); return false;"><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_banco.jpg" alt="Banco Comunitário II - Banco Comunitário II" title="Banco Comunitário II - Banco Comunitário II" /></a></p>
<p><a href="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_banco_2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/banco_2.jpg',800,600,'Banco Comunitário - Banco Comunitário'); return false;"><img src="http://blog.care.org.br/up/c/ca/blog.care.org.br/img/.resized_banco_2.jpg" alt="Banco Comunitário - Banco Comunitário" title="Banco Comunitário - Banco Comunitário" /></a></p>
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