Set 24th, 2009
Início da exposição dos banners de Memória e Comunicação
O projeto Comunidade Educadora deu início a exposição itinerante dos banners do eixo de Memória e Comunicação, no dia 8 de setembro. A Escola Municipal Dr. Ricardo Augusto de Azeredo Vianna foi a primeira a receber esta ação.
Os banners expostos contém alguns registros sobre a história dos três bairros onde o projeto atua e que foram resgatados pelos jovens pesquisadores populares através de entrevistas com moradores antigos. Outros mostram como foi o povoamento do região onde hoje é o município de Duque de Caxias, as marcas deixadas pelos indígenas, a localização estratégica para o transporte do ouro trazido de Minas Gerais para depois ser encaminhado á Portugal e a fundação da cidade.
A exposição é guiada pelos jovens pesquisadores, que relatam a experiência de ter descoberto os fatos, produzido os banners e o tema que cada um deles trata. O público alvo são os alunos, seus respectivos responsáveis e professores das escolas por onde a ação será levada.
“Me sinto orgulhoso do iníco desse trabalho tão rico e do Dr, Ricardo abrir as portas para as demais escolas. Tenho uma grande expectativa da ação nos alunos e na comunidade, que vai conhecer a história dos bairros. Tanto como morador e também como historiador, vejo sob um olhar positivo esse resgate da história descoberta pelos jovens. Essa ação pioneira vai trazer a tona para comunidade a sua história” comentou Edmar Antunes – Diretor da Escola Municipal Dr. Ricardo Augusto de Azeredo Vianna, proferssor de História e morador do bairro Olavo Bilac.
O esquema de visitas é montado de acordo com a disponibilidade dos bolsistas em sua atuação e das turmas escolhidas em cada escola. Além da exposição, os participantes assistem ao curta metragem sobre a comunidade, filmado em 2008, na oficina de cinema. Esta oficina foi uma parceria entre o Comunidade Educadora e o Cine Clube Mate com Angu, que exibe curtas nacionais e estrangeiros no Centro Cultural Lira de Ouro, em Duque de Caxias, toda última quarta-feira de cada mês.
Os banners ficam durante uma semana nas instituições por onde a exposição passará, para que haja uma rotatividade de público e uma integração entre o trabalho de resgate da memória local e as escolas que fazem parte do projeto. Contribuem também, para fortalecer o sentimento de pertencimento dos moradores da localidade, que se veem e são vistos como construtores do passado, presente e futuro dos bairros onde vivem.
“Muito interessante. Porque mostra coisas do passado e o que acontece hoje em dia. Mudanças que o bairro teve e de também ter visto as pessoas se emonicionarem no filme” respondeu Ana Lúcia – 14 anos – 5ª série – Aluna da Escola Municipal Dr. Ricardo Augusto de Azeredo Vianna, quando perguntada sobre o que achou de ter participado da exposição.
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